terça-feira, 2 de setembro de 2014

As seis perguntas do consumo consciente

Você sabe o que é consumo consciente? Pratica? Quando você compra um produto, procura saber sua origem? Busca informações da empresa que o produz? Ou sua compra acontece de modo impulsivo e automático? Muitas dessas perguntas sequer são questionadas na hora que adquirimos um produto para nosso consumo no dia a dia.



Pra que todos nós tenhamos mais consciência sobre o que estamos comprando, o Instituto Akatu levantou as seis perguntas fundamentais pra que criemos uma maior consciência sobre o nosso consumo. Afinal, o ato de consumir é uma poderosa ferramenta de transformação da sociedade, da economia e também afeta diretamente o meio ambiente, já que a produção de bens utiliza os recursos do planeta. Já consumimos 30% mais recursos naturais do que a capacidade de renovação da Terra e isso é alarmante porque, se não houver uma mudança nos padrões de consumo e produção, em menos de 50 anos serão necessários dois planetas Terra para atender nossas necessidades de água, energia e alimentos. Ou seja, nossas escolhas são fundamentais para ajudar na construção de uma sociedade mais equilibrada. Que tal parar um pouco e responder essas seis perguntas?

1. por que estou comprando?

Será que você realmente precisa do item que está comprando ou está agindo por mero impulso? Será que você precisa mesmo trocar de carro ou de celular agora? O que é realmente importante neste momento para você?

2. o que irei comprar?

Dentre as opções disponíveis, escolha as que realmente atendam às suas necessidades. Pra isso é preciso ter claro em mente o que você precisa de fato. Evite o desperdício e busque produtos de qualidade que ofereçam maior durabilidade.



3. como irei comprar?

Você tem recursos financeiros pra quitar sua compra? Vai pagar à vista ou a prazo? Como irá buscar suas compras: carro, ônibus, bicicleta ou a pé? Você as trará em sacolas plásticas ou usará ecobags?


4. de quem irei comprar?

A escolha do fabricante é das mais importantes. Como é a produção desta empresa? Ela usa mão de obra infantil? Ela valoriza seus funcionários? Ela polui o meio ambiente? Ela cria oportunidades para as comunidades no seu entorno?

5. como vou usar o que comprei?

É preciso saber usar da melhor forma os bens que compramos, para evitar trocas sucessivas sempre que algo novo surgir no mercado ou entrar na moda. Você costuma consertar produtos quebrados, ou simplesmente os descarta e compra um novo? Você evita o desperdício de energia deixando os aparelhos eletrônicos desligados quando estão fora de uso?


6. como descarto o que não uso mais?

O descarte é tão importante quanto a compra. Será que o que você está jogando fora não pode ser reutilizado por você ou por outra pessoa? Será que aquela blusa do inverno passado não pode ser reaproveitada com alguns ajustes? E os móveis? Que tal uma pátina para renová-los? Se mesmo após estas perguntas você achar que deve mesmo se desfazer do produto, de que maneira pretende descartá-lo?

Nós, da Rede Asta, acreditamos no consumo consciente e estamos sempre buscando formas de reaproveitar resíduos para a confecção de novos produtos. O consumo dentro da nossa visão de negócio é uma poderosa ferramenta de inclusão social e econômica. Para cuidarmos melhor do planeta e melhorarmos as relações de consumo é preciso mudança de hábitos em pequenas ações do nosso dia-a-dia. Depende de cada um de nós darmos nossa contribuição para garantir a sustentabilidade da vida no planeta.

Fonte: Instituto Akatu

terça-feira, 26 de agosto de 2014

Como fazer ecobags com camisetas

Aqui na Rede Asta nós amamos reaproveitar materiais, tecidos, tudo que ajude a evitar o desperdício e o gasto desnecessário dos recursos naturais. E encontramos uma forma super fácil e bonita de dar um fim útil àquelas camisetas de malha que nunca usamos e ficam jogadas na gaveta. Vamos transformá-las numa linda ecobag?


Pra começar, reúna o material que será preciso pra fazer a bolsa:
- 1 camisa de algodão
- alfinetes
- caneta ou lápis para marcar
- 1 prato
- tesoura
- máquina de costura

Como faz?

1- Recorte as mangas da camiseta. Estique a camiseta sobre uma mesa e corte as mangas, cuidando para não cortar as costuras, que darão mais resistência à bolsa.



2 - Recorte a gola. Coloque o prato metade sobre a gola e metade pra fora da camisa, pra marcar um meio círculo que servirá de guia para o corte. Marque com a caneta e recorte em seguida. Quanto maior o círculo mais fina e frágil será a alça da ecobag.


3 - Marque o local da costura. Vire a camisa do avesso e, próximo à bainha, marque com os alfinetes uma reta onde fará a costura que servirá como base da bolsa.
 

4 – Costure a base e desvire a camiseta do avesso. Use a máquina para costurar a base e ao final desvire a camiseta.
 

Pronto! Sua bolsa está pronta para uso! Você reaproveitou um material e deu nova vida, ganhando uma prática bolsa para seu dia a dia. Leve suas compras, livros, a roupa para a academia ou o que mais desejar.

Veja aqui mais bolsas feitas com reaproveitamento de tecidos.

Fonte: Instructables

quinta-feira, 21 de agosto de 2014

Mostra reúne móveis de grandes designers brasileiros

Pedaços descartados de tecidos, tapetes, forrações e EVA coloridos compõem o Banco Vitória Régia, criação dos designers Fernando e Humberto Campana, que você pode conferir na exposição Pensamento Circular no Museu de Belas Artes de São Paulo, até 30 de agosto.

Banco Vitória Régia, Fernando e Humberto Campana
A mostra traz móveis inspirados na forma circular e reúne obras de grandes profissionais brasileiros desde 1920. Os materiais são vários, incluindo insumos reaproveitados, como papelão reciclado e tecidos. A circunferência faz a costura de todas as peças, que traz trabalhos de designers nacionais famosos como Flávio de Carvalho, Sergio Rodrigues e Pedro Useche.

Luminária Anel, Carol Gay, mangueira de PVC, acrílico e LED
São cerca de 35 luminárias e móveis entre mesas, poltronas e bancos. Tudo muito inspirador. E sabe o que é melhor? O programa é gratuito!

Tamborete Zoé, design Domingos Tótora, de papelão reciclado.
Exposição "Pensamento Circular"
- 8 a 30 de agosto de 2014, segunda a sexta, das 10h às 20h; sábado, das 10h às 16h
Museu Belas Artes de São Paulo (MUBA), na Unidade 1 Rua Dr. Álvaro Alvim, 76 - Vila Mariana

segunda-feira, 18 de agosto de 2014

Bondinho do Pão de Açúcar doa lonas e banners para a Rede Asta

Começamos a semana com uma ótima notícia na coluna Conta Social, do jornal O Dia. Trata-se da doação de lonas e banners que recebemos da Companhia Caminho Aéreo Pão de Açúcar, que opera e administra o Bondinho do Pão de Açúcar.



O material é superimportante para que nossas artesãs possam usar seu talento para criar produtos sustentáveis e gerar renda em suas atividades. Essa leva de matéria-prima foi encaminhada para o grupo Mulheres Arteiras, especialista na produção de itens feitos com banners.

Se você também conhece uma empresa que tenha esse tipo de insumo para doar, fale com a gente!

quinta-feira, 14 de agosto de 2014

Festival de Almofadas com descontos!

Começou o Festival de Almofadas na Rede Asta. Toda a linha está com desconto, pra você comprar e deixar sua casa ainda mais linda com as criações de nossas queridas artesãs.


Tem almofada feita em tear pelas meninas do Ecopolo, capa de almofada de seda criada pelo grupo Valentinas e capa de almofada feita de reaproveitamento de tecido automotivo pelo Tecoste.


A capa de almofada feita em patchwork com temática do Rio confeccionada pelo Ressurgir e a almofada feita com a técnica tie dye pelo Arte em Família também estão em oferta e, claro, os amados fuxicões da Ana Lúcia e seu time do Fuxicarte!

Vem ver só que lindezas a partir de R$ 29,00. Mas os descontos não são válidos para conselheiras, ok?





terça-feira, 5 de agosto de 2014

Rede Asta na revista francesa Socialter

A Rede Asta e o grupo Meninas Prendadas saíram nas páginas de julho da revista francesa de economia social Socialter. O especial sobre o Brasil falou sobre empreendedores e ações desenvolvidas para solucionar os grandes desafios sociais do país.

Na matéria, Rita Couto, líder do grupo de artesãs Meninas Prendadas, da comunidade de Ramos, falou sobre como começou a parceria com a Rede Asta e sobre como a orientação de designers ajudou o grupo a encontrar a melhor forma de combinar cores e desenhar padrões mais modernos para os produtos. “Saber que pessoas de todo o país usam nossos produtos não tem preço!”, afirmou Rita. O grupo utiliza a costura como técnica principal e cria produtos de grande procura como pesos de porta e segura-portas.

O desenvolvimento da autoestima das artesãs é um dos pontos levantados como sendo um dos impactos dos negócios inclusivos, além da geração de renda. Alice Freitas, nossa Diretora Executiva, falou sobre o trabalho de empoderamento feito pela Rede Asta e de como o consumo se torna uma poderosa ferramenta de inclusão econômica e social.


Com seu tamanho continental e desigualdades ainda muito profundas, o Brasil é um terreno fértil para os negócios sociais. “Nós somos um país emergente, com grande crescimento potencial econômico para se colocar a serviço da luta contra a injustiça.”, afirmou Alice.

domingo, 3 de agosto de 2014

Nova linha masculina na Rede Asta

Sempre nos perguntavam aqui na loja: vocês têm algo para homem? Em geral, nossos produtos eram totalmente focados para mulheres ou para casa, mas sempre com um toque super feminino. Agora, resolvemos atender a muitas clientes que querem presentear seus maridos, pais, filhos com produtos lindos da Rede Asta. Afinal o Dia dos Pais já está aí na porta!


Estamos lançando uma linha de produtos especiais para o público masculino. Os itens chegaram agora, recém-saídos do forno, e têm como carro-chefe da coleção os produtos feitos com reaproveitamento de estofamento de carro, cintos de segurança e uniformes usados por funcionários da montadora Volkswagen. Essa linha foi confeccionada pelo grupo produtivo Tecoste (Tecido, Costura e Arte), de São Bernardo, que recentemente veio a fazer parte da Rede Asta.

Uniformes reaproveitados
Os materiais usados pelo grupo são novos e resistentes. São bancos de carros de teste que seriam inutilizados depois das provas. Ao invés de se destinarem ao lixo, estofados e cintos de segurança se transformam em produtos especiais. Os artesãos recebem os bancos abertos e, a partir do seu formato já arredondado, fazem a estrutura da mochila. O forro interno é feito com uniformes reaproveitados.


estofamento do banco doado
Além da mochila, outros itens são feitos com os tecidos automotivos doados, como lixeirinha para carro, porta-ipad e bolsa carteiro. Tudo é criado com um conceito de design urbano e moderno. O fruto deste trabalho de reaproveitamento de materiais contribui para o meio ambiente e gera renda para as artesãs envolvidas.

Oficina do grupo Tecoste

Tecidos automotivos doados
Atualmente, o grupo conta com seis artesãs, ex-metalúrgicas e costureiras, moradoras da região de São Bernardo do Campo, São Paulo. Ele surgiu em 2009 a partir das oficinas de costura do Projeto Costurando Futuro, da Fundação Volkswagen, cujo objetivo era construir um empreendimento de geração de renda, onde os integrantes se desenvolvessem para tocar o próprio negócio a partir da produção de objetos diferenciados e de qualidade com o uso de resíduos têxteis e a articulação de redes locais. Vale a pena conhecer sua produção e ver como do lixo se pode criar produtos incríveis! 



quinta-feira, 31 de julho de 2014

Mil maneiras de usar um lenço

Lenços são acessórios super fashion que dão um up em qualquer produção. Mas nem todo mundo sabe como usar e que tipo de amarração fazer. Navegando na internet encontramos um vídeo incrível que mostra 16 formas diferentes de ficar linda com um lenço. 

Veja e conte pra gente nos comentários qual você gostou mais. Imperdível! 

domingo, 27 de julho de 2014

O sonho de uma rendeira

Todos os dias aqui na Rede Asta a gente se encanta com histórias tocantes e sensíveis, de gente que luta diariamente pra crescer e realizar seus sonhos. E é mais uma dessas histórias que vamos contar pra você.


Estivemos na cidade de Canaã, visitando o Artecan, para conhecer de perto o trabalho do grupo de rendeiras que fez parte do projeto da Apex-Brasil (Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos) em parceria com a Rede Asta. O projeto chamava-se Copa Artesanal e foi desenvolvido em cinco cidades onde aconteceram ações da Agência para a Copa do Mundo da FIFA: Rio de Janeiro, São Paulo, Belo Horizonte, Fortaleza e Brasília. Os grupos produtivos escolhidos criaram lindas e exclusivas capas de almofadas, que promoveram o artesanato, a cultura local e os valores do Brasil junto a empresas e investidores estrangeiros.

E foi neste contexto que, no interior do Ceará, conhecemos um verdadeiro anjo. Uma senhorinha de baixa estatura, mas de grande coração, que nos acolheu com seu sorriso cativante e fala tranquila. Trata-se da Dona Norma, uma das muitas rendeiras da região que aprendeu seu ofício da mãe, que por sua vez aprendeu da avó, e vem perpetuando a tradição do bilro até os dias de hoje. Com dedos ágeis, Dona Norma cria rendas lindas e delicadas no desfiar das horas. O som que se ouve dos bilros batendo é uma melodia suave que preenche todo o espaço e, ainda agora, ecoa em nossos ouvidos.


Dona Norma, do alto dos seus 67 anos, nos confidenciou um sonho. E conhecer o sonho de alguém é algo muito sério, que nós ouvimos com muita atenção. Ela sonhava com um vestido, um vestido único, feito de uma linha especial que ela nunca teve condições de comprar. Um sonho que pode parecer simples e fácil de realizar, mas que pra ela era bem distante e difícil.

Ficamos tocadas com tanta doçura e simplicidade, e honradas por Dona Norma nos contar esse sonho de tanto tempo. Sentimos grande alegria em poder realizá-lo. E foi o que fizemos! Nossa equipe, junto com o pessoal da filmagem do projeto, levou as linhas tão desejadas para Dona Norma. Esse encontro, não temos como descrever, tamanha foi a nossa emoção. Deixamos aqui o vídeo para que vocês mesmos vejam.



Pra nós, da Rede Asta, são esses momentos que nos nutrem e alimentam diariamente. E são pessoas queridas e lindas, como Dona Norma, que nos fazem acreditar cada dia mais no nosso trabalho. Muito obrigada, Dona Norma.


sábado, 26 de julho de 2014

Do Marrocos para o Brasil, ela costurou sua história

Dona Lili em Angola

Ela nasceu no Marrocos, viveu em Angola, onde casou-se, foi para a África do Sul, Portugal e acabou vindo parar no Brasil. E foi assim que Dona Lili costurou sua história de vida, entre países, povos, culturas, climas e gente muito diferente. Essa senhorinha de 75 anos é na verdade Liliana, líder do grupo produtivo Pipa Carioca.

Momentos na África
Hoje, neste Dia da Vovó, queremos homenageá-la, assim como a todas as nossas queridas artesãs que já viveram a doce experiência de ter um netinho para chamar de seu.

Dona Lili foi bancária a vida toda, mas nas horas vagas gostava de costurar, bordar e fazer crochê ou tricô. Começou este hobby quando as crianças nasceram, afinal, tinha que fazer o próprio enxoval. Ela aprendeu sozinha e usando revistas com passo a passo. Hoje faz de tudo um pouco. Em sua casa, não se compra lençol nem toalha de mesa, ela faz tudo na sua boa e velha companheira, a máquina de costura. Para as crianças, fazia também bonecos de pano. E não é que dessa forma nasceram os mimosos gatinhos Mingau e Mimi que fazem parte da coleção da Rede Asta?


– E como a senhora veio para o Brasil? – perguntamos. Contou que sua filha, Suzana, veio primeiro e aqui teve seus filhos. Primeiro uma menina de nome Ana, que cresceu e aprendeu com a mãe, que por sua vez aprendeu com Dona Lili, o ofício da costura. Hoje as três gerações trabalham juntas, criando jogos americanos, nécessaires e produtos infantis feitos com tecido e muito afeto.

Depois veio o segundo neto de Dona Lili, o Afonso, hoje com 11 anos. Ela quis conhecer o menino pessoalmente. Veio para o Brasil em 2004 e gostou tanto do calor do clima e de seu povo que resolveu ficar. Em terras cariocas, já aposentada, ela se uniu ao grupo de artesãs Vizinhas do Mar, no Recreio, para fazer artesanato em tecido. Mas desde o ano passado resolveu criar seu próprio grupo produtivo, batizado de Pipa Carioca, um nome sonoro e divertido que ela escolheu com a filha e a neta pra dar o tom dos seus produtos.


Mãe de três filhos, dois homens e uma mulher, e avó de quatro netos, sua família vive dentro e fora do Brasil. Mas Dona Lili não quer parar por aí. Sonha com um bisneto, que ainda não veio. Quem sabe no Dia da Vovó no ano que vem ela tenha mais uma criança para acalentar no seu afetuoso colo e fazer novos brinquedos de tecidos? Sonhar não é proibido. :-)

Família reunida
Para Dona Lili e todas as vovós da Rede Asta, desejamos um feliz dia, como muito amor, alegria e o carinho de seus netos.

Dona Lili, sua filha Suzana e sua neta Ana. Elas formam o Pipa Carioca.

sexta-feira, 25 de julho de 2014

Animação feita por bordadeiras brasileiras

Começa hoje o Festival de Animação Anima Mundi no Rio de Janeiro com ótima programação para o fim de semana. O evento é sucesso há anos e leva milhares de pessoas para as salas de projeção para curtir as últimas técnicas do segmento e os novos talentos.

E no clima do Festival não é que descobrimos que animação também combina com artesanato? A empresa Döhler Têxtil produziu um filme de animação feito com nada mais nada menos que bordado! Foram 700 dias de produção, 144 cores, 1.267 frames bordados, 10 milhões de pontos e 587 bordadeiras de 167 cidades brasileiras envolvidas.




Um trabalho minucioso, paciente e que gerou um resultado visual lindo e interessante. Cada quadro da animação foi transformado em tela de bordado, que foi fotografada e animada através da técnica stop-motion. A animação foi desenvolvida pela Animaking.



O filme traz uma mensagem de consciência coletiva e de exercício da solidariedade. E coloca a questão: e se o mundo fosse feito à mão? Vale a pena conferir o making of:


Veja aqui a animação pronta, que linda! E nós, da Rede Asta, concordamos plenamente com a mensagem final: “porque só quem pode colorir, transformar e fazer a vida melhor, são as pessoas.” :-)


quarta-feira, 23 de julho de 2014

Como são calculados os preços na Rede Asta

Preço justo, relações transparentes, respeito mútuo. Assim são os princípios de trabalho que abraçamos na Rede Asta, dentro do que o mercado chama de comércio justo. Nossa atuação visa sempre a artesã em primeiro lugar, fazendo com que ela obtenha frutos reais do seu trabalho e garanta a geração de renda através de sua atividade produtiva.

Sabe aquela almofada que você comprou na Rede Asta pelo preço de R$ 40,00? Se formos separar em fatias esse valor, você verá que a maior parte vai para o grupo produtivo de artesãs que criou a peça. Dá uma olhada neste exemplo em como ficaria a divisão.

A almofada custa R$ 40,00, sendo que:

R$ 17,20 fica com o grupo produtivo (43%).
R$ 10,80 cobre nossos custos diretos, como tarifa de cartão de crédito, manutenção do site, frete e embalagem, demarcação e impostos de 9% (27%).
R$ 12,00 é a margem de contribuição para pagamento dos custos fixos da Rede Asta (30%).


Esse é o nosso compromisso: sermos transparentes no que fazemos, trabalhar para que haja uma melhor distribuição de renda para os produtores e para que o consumo se torne uma ferramenta de inclusão social e econômica.

Saiba mais sobre a Rede Asta.

terça-feira, 22 de julho de 2014

Melhores palestras TEDx Brasil por e para mulheres

Em breve o Rio de Janeiro receberá uma nova versão do TEDx com a realização do TEDx Rio Metrópole, cujas inscrições estão abertas para os interessados. Nós, da Rede Asta, já participamos deste consagrado evento, que reúne profissionais, pesquisadores, empreendedores e gente de ideias, que fazem acontecer em diversas áreas do conhecimento. E não é que nossa Diretora Executiva, Alice Freitas, teve sua participação no TEDx Jardim Botânico selecionada como uma das melhores palestras TEDx do Brasil feitas por e para mulheres? Diversos organizadores TEDx do Brasil ajudaram a fazer esta lista, que você confere aqui:

Alice, fundadora da Rede Asta, que facilita a geração de renda de uma rede de artesãs brasileiras. Alice Freitas - TEDx Jardim Botânico - Rio de Janeiro


Alessandra, fundadora de Meu Rio, que trabalha para facilitar as ações coletivas para melhorias da cidade. Alessandra Orofino - TEDx Jardins 2013 - São Paulo
Alessandra Orofino no TEDx Jardins 2013

Ana, artista plástica, que gosta de criar o que ela chama de “cortocircuitos urbanos”. Ana Teixeira - TEDx Jardins 2012 - São Paulo
Ana Teixeira no TEDx Jardins 2012

Camila, que viajou pelo mundo buscando bons exemplos de educação para trazer para o Brasil. Camila Piza - TEDx Unisinos - Porto Alegre
Camila Piza no TEDx Unisinos

Claudia, agricultora urbana e co-criadora de “Ortelões Urbanos”. Claudia Visoni - TEDx Jardins 2013 - São Paulo
Claudia Visoni no TEDx Jardins 2013

Deborah e seu convite para agradecer todos os dias. Deborah Dubner - TEDx Jardins 2014 - São Paulo Deborah Dubner no TEDx Jardins 2014

Debora Noal - TEDx Vero Peso Debora Noal no TEDx Vero Peso

Denise, que trabalha pela independência financeira das mulheres brasileiras. Denise Damiani - TEDx Jardins 2013 - São Paulo
Denise Damiani no TEDx Jardins 2013

Fernanda, co-fundadora de “Imagina na Copa”, e seu convite para Imaginar que na Copa tudo pode ser melhor. Fernanda Cabral - TEDx Jardins 2012 - São Paulo
Fernanda Cabral no TEDx Jardins 2012

Gisela, que trabalha para aumentar a autoestima das mulheres brasileiras. Gisela Cochrane Rao - TEDx Jardins 2014 - São Paulo
Gisela Cochrane Rao no TEDx Jardins 2014

Juliana, e seu convite para doar e nos doarmos. Juliana Hoch - TEDx Laçador - Porto Alegre Juliana Hoch no TEDx Laçador

Ligia Sena - TEDx Floripa - Florianópolis Ligia Sena no TEDx Floripa

Nadia Lapa - TEDx ECC Nadia Lapa no TEDx ECC

Pâmela e sua campanha para todas as meninas crespas e cacheadas se sentirem bonitas. Pâmela Gaino - TEDx Jardins 2013 - São Paulo
Pâmela Gaino no TEDx Jardins 2013

Panmela, grafiteira e ativista pelos direitos da mulher e contra violencia doméstica. Panmela Castro - TEDx Belo Horizonte - Belo Horizonte
Panmela Castro no TEDx Belo Horizonte

Sophie e sua campanha contra as dietas. Sophie Deram - TEDx Jardins 2013 - São Paulo Sophie Deram no TEDx Jardins 2013

Tati, fundadora de Benfeitoria. Tati Leite - TEDx Jardim Botânico - Rio de Janeiro Tati Leite no TEDx Jardim Botânico

Fonte: Artigo de Elena Crescia @ecrescia publicado em http://tedxjardinsdotcom.wordpress.com/

domingo, 20 de julho de 2014

Amigo é bom, é bonito e é do bem!

Amizade é algo que a gente cuida e cultiva, como flores no jardim. É amigo de longe, de perto, de ontem, de hoje, do computador, da vida. Amigo é pra se guardar no cantinho mais caro do coração. Hoje, 20 de julho, é comemorado o Dia do Amigo e nós, da Rede Asta, temos motivos pra comemorar, e muito, pelos tantos amigos que fizemos ao longo de nossa história.

Amigos artesãos, amigos parceiros, amigos clientes, amigos colaboradores. Queremos dar um abraço em cada um e dizer que nunca nosso slogan fez tanto sentido, porque, assim como a Rede Asta, amigo também É BOM, É BONITO e É DO BEM.

Feliz Dia do Amigo pra todos! :-)